O Caminhar das Ideias


O click…

Posted in Negociação por varantes em 30/10/2015

Fonte: O click…

O primeiro crawl a gente nunca esquece…

Posted in Negociação por varantes em 04/10/2015

Mindfulness – Oriente e Ocidente

Posted in Negociação por varantes em 16/02/2012
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Incrível ver essa descoberta por parte da Ciência de práticas milenares orientais. Como diria o Sr. Spok: “Fascinante.”

Trecho extraído de Mindfulness nas terapias cognitivas e comportamentais”

“…

Kabat-Zinn (1990) define mindfulness como uma forma específica de atenção plena – concentração no momento atual, intencional, e sem julgamento. Concentrar-se no momento atual significa estar em contato com o presente e não estar envolvido com lembranças ou com pensamentos sobre o futuro. Considerando que as pessoas funcionam muito num modo que o autor chama de piloto automático, a intenção da prática de mindfulness seria exatamente trazer a atenção plena para a ação no momento atual. ‘Intencional’ significa que o praticante demindfulness faz a escolha de estar plenamente atento e se esforça para alcançar esta meta. Está em contradição com a tendência geral das pessoas de estarem desatentas, ou de se perderem em julgamentos e reflexões que as alienam do mundo que as cerca. Para estar com atenção concentrada no momento atual, os conteúdos dos pensamentos e dos sentimentos são vivenciados na maneira em que se apresentam. Eles não são categorizados como positivos ou negativos. ‘Sem julgar’ significa que o praticante aceita todos os sentimentos, pensamentos e sensações como legítimos. A atitude de não julgar está em contraste com a tendência automática das pessoas de investirem na luta contra vivências aversivas, deixando de viver o resto da sua realidade. O praticante não trata de forma diferenciada, determinados sentimentos (por exemplo, raiva contra uma pessoa admirada ou medo de algum aspecto de si mesmo), pensamentos (como idéias imorais) ou sensações (por exemplo, dor na ausência de uma lesão ou diagnóstico que a justifiquem). São suspensas as racionalizações pelas quais as pessoas costumam truncar suas percepções de eventos inquietantes para encaixá-los nas suas opiniões preconcebidas.

…”

Bandejão

Posted in Cotidiano por varantes em 09/12/2011
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Entrei na facu em 1985. Um dos grandes ganhos pra mim, à época, foi o bandejão da USP, o famoso Cruspão. Comida farta… Bem, farta pro magrelo que eu era, porque tinha amigos que iam pra segunda rodada! Como eu dizia, comida farta, suquinho de limão, carninha todo dia, ou quase todo dia, afinal tinha o dia do peixe. Esse dia do peixe era notável pelo cheiro, sentido a uns 2 km de distância, ainda dentro do Circular, busão gratuito da USP.

Sim, tinha o cantinho da Química, facilmente identificável por cores presentes apenas nas caixas de lápis Faber-Castel de 36 ou mais cores. De consistência, em geral, cremosa, dava pano pra manga durante o almoço. O que seria? Abóbora com… repolho roxo? Mas, e a  cor?  Talvez… inhame? Deve ser saudável, afinal , o Cruspão contava com um ou uma nutricionista, certo? Suponho que sim, ou supúnhamos, porque nunca vimos o tal.

Das sobremesas, lembro-me apenas do sagú. Maldito sagú! Nunca gostei, e desgosto até da lembrança dele. Sobremesinha sem graça mesmo. Mas, claro, havia seu séquito de fãs. E, como é de se esperar, dentro de um rebanho de estudantes esfomeados sempre tem os com o paladar mais estragadinho…

Mas o que fica dessa época é que eu e meu bró achávamos esse bandejão simplesmente um manjar dos deuses. Escrevemos até um artigo no jornal do Centro Acadêmico, “O Espaço”, elogiando a soberba qualidade de seus pratos, e a infâmia de seus detratores, que não eram poucos. Almocei lá por uns 8 anos. Calma lá! Não foram 8 anos como aluno, mas acabei iniciando minha vida profissional na USP também! Hoje não quero mais comer lá. Acho que nem posso também, já que não faço mais parte da comunidade Uspiana, mas foi muito bom enquanto durou.

Limite de velocidade

Posted in Cotidiano por varantes em 01/12/2011
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Manchete do jornal Destak de hoje:

Multas por velocidade disparam no ano

Atribuí imediatamente à nova velocidade da cidade, 60 km/h. Mas, gosto desse trânsito lento, mais seguro, menos estressante. Soa até civilizado. Peguei-me outro dia na Radial indo a 60, junto com todos os outros carros, sem ultrapassagens, sem freadas bruscas, todos andando calmamente juntos. Claro, a Radial é repleta de radares, os olhos do DETRAN, e nós, conscientes cidadãos, não queremos mais uma multinha no nosso orçamento. Tomei umas tantas no ano passado e, pior que rombo, foram as broncas da minha esposa… Baixei minhas orelhas e ouvi, fazer o quê.

O Burro!!!

Os radares continuam substituindo nossa consciência, incapaz de nos convencer que o limite deve ser seguido por um bem maior, lógico. Mas a lógica move apenas os Vulcanos, infelizmente.

Enquanto isso, lembre-se, tire o pé do acelerador e aproveite uma cidade um tiquinho mais segura.

A difícil arte de Conversar – 1

Posted in Negociação por varantes em 30/11/2011
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Não assuma que você está sempre certo e o outro sempre errado. Simples? Parece, mas não é. Todos partimos sempre deste ponto. Nós e nossos interlocutores. Dê espaço na sua cabeça para a possibilidade de você estar errado, até completamente errado. Não é assim que a gente cresce no final de contas?

Outra coisa, preste atenção para o que de fato está em discussão, que muitas vezes se torna acalorada não porque discordamos do fato em si, mas sim da percepção do mesmo, dos valores embutidos e das interpretações. Procure entender realmente, ativamente, o que está sendo dito e não dito. Explore, detalhe, esmiúce a ideia do outro. Não parta para a contra argumentação sem entender a fala e a motivação da fala, o dito e não dito. Talvez, no final, você esteja errado mesmo!